Voltar ao início

QR Code: quando usar e como não errar

Última atualização: Abril de 2026

QR Code resolve um problema específico: levar alguém de um lugar físico para uma página. Fora disso, ele atrapalha. Este texto é sobre onde ele funciona, o que precisa estar certo antes de mandar para a gráfica, e como saber depois se valeu.

DemonstraçãoDo cartaz na parede ao arquivo que vai para a gráfica1/6
  1. 1Onde faz sentido, e onde não faz

    QR Code serve quando a pessoa está de pé, na frente de algo impresso, com o celular na mão.

    • Cartaz, embalagem, cardápio, crachá de evento, etiqueta de produto: sim.
    • Dentro de e-mail ou de página que já está no celular: não — ali um link clicável é melhor.
    • Onde não há sinal, escanear não leva a lugar nenhum.
  2. 2Tamanho: um décimo da distância de leitura

    A regra prática. Vai ser escaneado a 50 cm? No mínimo 5 cm de lado.

    • Para impresso de mão, 3 × 3 cm é o piso.
    • Para banner e fachada, 10 × 10 cm, e suba conforme a distância.
    • Abaixo de 2 × 2 cm a câmera não resolve os módulos, e não adianta insistir.
  3. 3Margem e contraste, os dois erros mais caros

    O QR precisa de uma faixa clara em volta para a câmera achar onde ele começa. Sem ela, muitos leitores desistem.

    • Escuro no claro, sempre. O contrário funciona em poucos leitores e falha nos outros.
    • Papel fosco come contraste: o que passa na tela pode não passar impresso.
    • Superfície com brilho estoura o contraste na câmera, mesmo com o código perfeito.
  4. 4O logo no meio cobra um preço

    Dá para pôr a marca no centro porque o QR carrega correção de erro — ele continua legível com parte do desenho coberta.

    • Com logo, use o nível alto de correção. Sem logo, o nível médio já basta.
    • Quanto maior a correção, mais denso o código — e mais ele precisa crescer de tamanho.
    • O logo não pode passar do miolo: cobrindo um dos três olhos, o código morre.
  5. 5Por que o QR do Klyk sobrevive à gráfica

    Ele aponta para o link curto, não para o destino. Trocar o destino não muda um pixel do desenho.

    • Mil cartazes impressos continuam válidos depois que a promoção acaba: você aponta o link para a página nova.
    • E como o caminho passa pelo Klyk, você vê quantos escanearam, de onde e quando.
    • QR apontando direto para o site é um papel que vence junto com a campanha.
  6. 6Antes de mandar imprimir mil

    A checagem que evita a reimpressão. Leva cinco minutos.

    • Escaneou o ARQUIVO FINAL, e não a prévia da tela, com pelo menos três celulares diferentes?
    • O destino abre, e abre bem no celular?
    • Tem pelo menos 3 cm de lado, ou um décimo da distância de leitura?
    • É SVG, se a tiragem for grande? Ele não perde qualidade ao ampliar.

Onde faz sentido

Onde não faz

Não use QR Code nestes casos

  • Em e-mail ou rede social. A pessoa já está no celular — o link é um toque, o QR são dois aparelhos.
  • Onde não há sinal. Escanear sem internet não leva a lugar nenhum.
  • Abaixo de 2 × 2 cm impresso. A câmera não resolve os módulos.
  • Em superfície com brilho ou reflexo forte, que estoura o contraste na câmera.
  • Sem ter escaneado o arquivo final antes de mandar imprimir mil unidades.

Tamanho

A regra prática: o lado do QR precisa ter pelo menos um décimo da distância de onde vai ser lido. Vai ser escaneado a 50 cm? No mínimo 5 cm de lado.

Para impresso de mão, 3 × 3 cm é o piso. Para banner e fachada, 10 × 10 cm e suba conforme a distância.

Contraste e margem

Código escuro em fundo claro, ou o contrário — nunca duas cores próximas. Evite QR colorido sobre fundo colorido, e evite QR transparente por cima de fotografia: o que parece bonito na tela some na leitura.

E deixe a margem branca em volta. Leitor nenhum lê um QR colado na arte: a borda vazia é parte do código, não sobra de layout.

Nível de correção de erro

O QR guarda uma cópia redundante dos dados, e o nível decide quanto do desenho pode ser perdido — por sujeira, dobra, desbotamento ou por um logo no meio — sem o código parar de funcionar. No Klyk isso está em Avançado, na tela de QR Code.

NívelRecupera atéQuando usar
L7%Ambiente controlado, sem desgaste. Gera o código mais simples
M15%Uso digital e impressão bem cuidada
Q25%Material que vai pegar sol, chuva ou dobra
H30%Obrigatório se houver logo no meio. É o padrão do Klyk

Se for colocar logo no meio

Use H. O logo pode cobrir até 30% do código e ele continua legível. Abaixo disso, o logo apaga dado que não tem cópia, e o QR morre — às vezes só em parte dos celulares, que é o pior jeito de descobrir.

Formato do arquivo

FormatoPara quêPor quê
PNGDigital, e impressão até A4Imagem comum. Abre em qualquer lugar
SVGGráfica, banner, fachadaVetor: amplia sem perder nitidez, em qualquer tamanho

Para gráfica, sempre SVG. PNG tem um tamanho fixo em pixels: ampliado para um banner, ele serrilha, e o serrilhado atrapalha a leitura de verdade.

Saber quem escaneou

O QR do Klyk aponta para um link do Klyk, então cada leitura entra no relatório do link:

Como isso se lê na prática

Suponha que você distribuiu 500 folhetos num evento. No dia seguinte, o relatório mostra 87 leituras únicas, 73% delas entre 14h e 20h, quase todas no celular. Os números abaixo são ilustração de leitura, não média de mercado — o que importa é o que eles permitem decidir:

Sem o QR rastreável, um folheto que funcionou e um que não funcionou são indistinguíveis no fim do evento.

Trocar o destino depois de imprimir

O QR do Klyk guarda o endereço do link curto, não o do destino. Isso significa que o cartaz já impresso continua valendo quando a campanha muda: você edita o destino no painel, e o mesmo papel passa a levar para a página nova. Um QR gerado apontando direto para o site não permite isso — para mudar, só reimprimindo.

QR sem marca d'água

No plano Free, o QR sai com a marca klyk.app.br discreta embaixo. No Pro, sai limpo.

Antes de mandar imprimir